
A existência de um dia D, 11 conto tantos,
pela valeta da humana bulimia,
saca a testa do penedo domado pela ineficácia dormente.
Rasga a franja da nuvem de riscos de solavancos medonhos
e acorda a vergonha da indiferença homem sem alma.
Vê se pára aí um cagalhão comestível?
Ou melhor uma bufa respirante
e sufoca de ignóbil satisfação homenzinho restolho!
Peidaste-te de violência sem perdão,
agora és o esgoto da tua manifestação sem fim.
Escroto humanóide!
Estamos bem sim senhor!
Era assim que acordou ao fim do último sinfónico soluço,
o patamar de indigesto mantos.
Nem a triturada sagrada e peristáltica santidade se veio pelo cano da galhofa paneleira.
Eram tantos os profanos maneiros e sagazes debutantes, que a escritura de nada valeu ao escrivão dedicado da história.
Poderosos cagões e rotos comilões, os endireitados sifões se fodiam uns aos outros pelos seus cus debuxados, enquanto suas cachorras aparentes motoristas comiam.
A vida malhada e sufocada estremecia sem sombra de descanso.
Torres mestras ruíam e voadores pensamentos endoideciam merdosos, a segurança metafórica de um prazer plástico.
Sem pensamento.
Fome mata a terra vermelha e sangue escorre por todo o lado, enquanto vagueia a alta indecência dos aparentemente normais ditos pois, Senhores do Mundo.
Vivendo infelizes e sem amor, a foda reina nesta pantomina de saborosos deleites.
Flankus
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